sábado, 13 de abril de 2013

Território

“Espaço delimitado na natureza por um grupo (social), ou indivíduo, animal ou humano. Com o qual se identificam e (via de regra) são identificados. Onde encontram e ou produzem os meios materiais à sua existência.”

       É área certa e delimitada da superfície da terra, que contém a nação, dentro de cujas fronteiras o Estado exerce a sua soberania.
É a base geográfica do Estado, sobre a qual exerce ele sua soberania, e que abrange o solo, os rios, lagos, mares interiores, águas adjacentes, golfos, baías e portos.
É a parte juridicamente atribuída a cada Estado sobre os rios, lagos e mares, contíguos, e bem assim o espaço aéreo que corresponde ao território, ate a altura determinada pelas necessidade da policia e segurança do país, devendo-se, ainda, considerar como parte do território os navios de guerra, onde quer que se encontrem, e os navios mercantes em alto-mar ou em águas nacionais.
DESENVOLVIMENTO
Constituição do território - O território constitui-se do solo, ou território propriamente dito, o subsolo, as águas territoriais, as ilhas, os rios, os lagos, os portos, os mares interiores, os golfos, o espaço aéreo que está sobre o solo.
DIVISÃO
O território pode ser:
 a) real ou terrestre - que é a superfície ocupada pela nação e circunscrita por suas fronteiras; 
b) ficto - quando por uma ficção de direito se reputa território o que material e geograficamente não o é. Por exemplo, tudo aquilo que, de acordo com o principio da extraterritorialidade, é considerado um prolongamento da nação cujo pavilhão ostenta, a saber: os navios de guerra e as aeronaves militares onde quer que se encontrem; os edifícios ocupados oficialmente por agentes diplomáticos e consulares localizados noutro país; o mar territorial e o espaço aéreo a ele superposto; 
c) flutuante - que é a extensão do mar sob a jurisdição do Estado, ou território marítimo; são os navios de guerra, quando têm arvorada a bandeira nacional; 
d) volante - é o representado pela aviação militar, considerada, ficticiamente, parte do território nacional, quando em país estrangeiro ou em viagem pelo espaço aéreo livre.


Friedrich Ratzel, responsável por elaborar o conceito de território na Geografia moderna.



Conceitos de território 

 biologia - área de vivência de uma espécie animal
 antropologia - Pode estar associado a área de vida de uma comunidade indígena, na qual ela sobrevive e mantém a sua cultura.
 geografia- Define o território como o espaço concreto em si, apropriado por um determinado agente ou grupo social.

Um conceito polissêmico
''Polissemia é a pluralidade de significados de uma palavra ou de qualquer outro signo linguístico. ''
Rogério Haesbaert dá elementos dessa polissemia quando explica a “amplitude do conceito”[3] a partir do enfoque geral das principais ciências que se interessam por ele:
Enquanto o geógrafo tende a enfatizar a materialidade do território, em suas múltiplas dimensões (que deve[ria] incluir a interação sociedade-natureza), a Ciência Política enfatiza sua construção a partir das relações de poder (na maioria das vezes, ligada a concepção de Estado); a Economia, que prefere a noção de espaço à de território, percebe-o muitas vezes como um fator locacional ou como uma das bases da produção (enquanto “força produtiva”); a Antropologia destaca sua dimensão simbólica, principalmente no estudo das sociedades ditas tradicionais (mas também no tratamento do “ neo tribalismo” contemporâneo); a Sociologia o enfoca a partir de sua intervenção nas relações sociais, em sentido amplo, e a Psicologia, finalmente, incorpora-o no de debate sobre a construção da subjetividade ou da identidade pessoal, ampliando-o até a escala do indivíduo”.
- Política: onde o território é visto como espaço delimitado onde se exerce uma relação de poder;

- Cultural(ista): onde o território é interpretado como fruto da apropriação ou valorização simbólica do espaço vivido por um grupo social.

- Econômica ou economicista: onde a dimensão espacial das relações econômicas é enfatizada.

- Natural(ista): onde o território é visto a partir da relação entre o homem e a Natureza, do comportamento “natural” dos homens em relação ao meio físico.


     O território é considerado pela maioria das correntes do pensamento geográfico, um conceito-chave da Geografia. Contudo, sua análise não é exclusiva da Geografia, sendo, portanto, abordado por outras ciências, o que o torna um termo polissêmico. Qualquer espaço definido e delimitado por e a partir de relações de poder se caracteriza como território. Existe vários tipos de conceito de território mais o que todos conhecem e o geografia. (Taís)






Lugar

 Moro em Parnamirim, a cidade que detém a terceira maior população do Estado, sendo também a terceira maior contribuidora da economia norte-rio-grandense. Possui muitos pontos turisticos um deles e o Maior Cajueiro do mundo, possui lindas praias. Não nasci aqui e nem no estado, mas a pouco tempo que moro aqui e um bom lugar, para morar. As pessoas convivem bem, tem varias opções de lazer. Mesmo que nao tenha beneficios como Natal, pois Natal e a capital do estado. Vou sentir falta desta cidade

sábado, 23 de março de 2013

Parnamirim história



Parnamirim
Há registros a respeito da doação de extensas áreas a capitães-mores, datadas entre 1600 e 1633 (ano da invasão holandesa), com várias referências a topônimos que hoje fazem parte do município de Parnamirim. O Rio Pitimbu, com seus nomes antigos, é uma delas. Porém, apesar das distribuições feitas pelos capitães-mores e da cobiça dos fidalgos por propriedades, as terras de Parnamirim permaneceram inaproveitadas e despovoadas por séculos.
Em 1881, a região foi cortada pelos trilhos da linha férrea entre Natal e Nova Cruz, seguindo de perto o traçado do velho caminho para a Paraíba e o Recife. Sabe-se também que as terras ao sul do Pitimbu estavam, em 1889, nas mãos do senhor do Engenho Pitimbu, João Duarte da Silva. Posteriormente, o fidalgo comprou a maioria das propriedades vizinhas, incluindo uma grande área de tabuleiro plano ao sul do rio que dava nome à propriedade, distante 18 quilômetros de Natal. A área era conhecida como “a planície de Parnamirim” e fazia parte do Engenho Cajupiranga.
Em 1927, o português Manuel Machado passou a ser o novo dono das terras do Engenho Pitimbu, que se estendiam dos limites com os Guarapes, Macaíba, ao norte, e as terras do Engenho Cajupiranga, ao sul. Ele adquiriu fazendas, sítios, engenhos e terras férteis, mas também áreas extensas e desabitadas. Com a posse das terras não esperava ganhar nenhum título nobiliárquico, mas apenas que a cidade crescesse e exigisse novos espaços para moradias.
No entanto foi em meio à aventura dos pioneiros da aviação civil que Parnamirim nasceu. Em 1927, foram abertas diversas rotas aéreas no Brasil. Para isso, foram escolhidas algumas áreas ao longo dessas rotas a fim de que se pudesse ser instalada uma rede de aeroportos.
Com o desenrolar da Segunda Guerra Mundial, o governo Vargas se viu forçado a assinar um acordo de defesa mútua (julho de 1941), ceder as áreas para a instalação de bases norte-americanas no Nordeste (outubro de 1941), romper relações diplomáticas com a Alemanha, Itália e Japão (janeiro de 1942) e, por fim, em 22 de agosto, declarar guerra aos países do Eixo. A construção das bases naval e aérea, em Natal, seria fruto desses acordos.
Para manter as aparências da participação conjunta nos esforços de guerra e salvar a auto-estima brasileira, o governo criou por decreto a Base Aérea de Natal, que daria o impulso decisivo para o surgimento da cidade de Parnamirim. A pista de pouso das companhias comerciais dividia ao meio o campo de Parnamirim. Os brasileiros ficaram com o lado oeste, onde já estavam as instalações da Air France e da companhia de aviação italiana (LATI), desativadas desde o início da guerra na Europa. Eram instalações modestas demais para atender o esforço de guerra dos aliados e os americanos preferiram ocupar o lado leste. Lá, eles estavam construindo um novo campo, a Base Leste: Parnamirim Field, o maior campo de aviação e base de operações militares que os Estados Unidos viria a ter, durante a Segunda Guerra, fora do seu território.
Em termos estratégicos, Parnamirim Field foi a base de um triângulo que apontava para o “teatro de operações” (o norte da África e o sul da Europa), onde a sorte dos aliados contra os nazistas estava sendo lançada. Este triângulo era identificado nos mapas estratégicos norte-americanos como Trampoline of Victory.
Somente em outubro de 1946, dezessete meses após a rendição da Alemanha, a Base Leste foi entregue a Força Aérea Brasileira. No mesmo ano foi inaugurada a Estação de Passageiros da Base Aérea de Natal, elevada à condição de Aeroporto Internacional Augusto Severo, em 1951.
Para não deixar o Brasil por fora dos conhecimentos tecnológicos que a corrida espacial certamente traria à humanidade, o presidente Jânio Quadros criou a Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CNAE). Como conseqüência, em 12 de outubro de 1965, o Ministério da Aeronáutica oficializou a criação do Centro de Lançamentos da Barreira do Inferno (CLBI), instalado em área do município de Parnamirim, e que nos dez anos seguintes, deu a Natal a fama de “Capital Espacial do Brasil”, desenvolvendo vários projetos internacionais em parceria com a NASA. Um dos motivos que levar am à escolha do Nordeste para a instalação de uma base brasileira de lançamento de foguetes já é conhecido e comprovado pela sua posição estratégica em relação ao tráfego aéreo entre a Europa, Norte da África e Estados Unidos.
Fonte: http://www.parnamirim.rn.gov.br/historiaparnamirim
O Município de Parnamirim é hoje um expoente do desenvolvimento potiguar. É a cidade que detém a terceira maior população do Estado, sendo também a terceira maior contribuidora da economia norte-rio-grandense.  Reconhecido internacionalmente como o município Trampolim da Vitória, por sua posição estratégica utilizada pelos aliados durante a Segunda Guerra Mundia.  Parnamirim surgiu depois da segunda guerra mundial, Parnamirim foi um ponto estratégico pois era o ponto mais perto da Africa e da América. (Taís)

quinta-feira, 14 de março de 2013


GEOGRAFO
Esse profissional analisa as mudanças no planeta e a relação entre o ser humano e o local em que vive.
Geógrafo é o profissional cuja área de estudo é a interação entre a natureza e a sociedade. O Geógrafo pode ser Bacharel e Licenciado. O Bacharel possui habilitação para trabalhar com estudos ambientais, planejamento regional, mapeamentos e diversas outras atribuições.

O que é ser Geógrafo?
Os geógrafos são historicamente conhecidos como profissionais ou cientistas que elaboram mapas que mais especificadamente é a área de estudo chamada de cartografia, um dos temas da Geografia, assim como a climatologia e geomorfologia. Os estudos de um Geógrafo não são apenas os detalhes físicos do ambiente, mas também seus impactos sobre as pessoas e sobre a natureza, percorrendo a ecologia, o tempo e os climas padrões de cada localização, sem contar a economia e também a cultura. Esses estudos são muitas vezes especialmente centrados nas relações entre estes elementos.



O que faz:
Elabora mapas, estuda e analisa questões sociais, ambientais e econômicas, planeja e organiza sistemas de circulação logística rural e urbana, elabora banco de dados geográficos, trabalha com estatísticas populacionais, atua na elaboração de planejamentos urbanos, trabalha com sensoriamento remoto, desenvolve estratégias de ocupação do espaço para evitar impactos sobre o meio ambiente. O graduado em Geografia também pode atuar na área de educação como professor de Geografia, caso complemente com disciplinas pedagógicas.

  Ser geógrafo não e aquele que sonho com o mundo e sim o que vê com realidade e interpreta, analisa o que esta ao seu redor. O geógrafo tem que ser muito atento, por sua profissão pois existe muitos detalhes. Geografo precisa estudar, pesquisar, analisar e ainda por cima estudar o local. Geografo so e considerado geografico com base tem a geografia em mente.
                                                                                                      Taís Domanski